Arquivo | novembro, 2013

Boletim de 07/11/2013

7 nov

Joao Stancey enganando a Igreja Apostólica

BOLETIM DE 07/11/2013

É exatamente assim que o povo apostólico é tratado pelos escritores de boletins da Igreja Apostólica, João Stancey e José Roberto Rozani. Escrevem lindas palavras, e à primeira vista, quem lê o texto imagina que seja sincero, palavras de bom senso vindas de alguém com boa intenção.

Mas como diz o ditado popular, “quem vê cara, não vê coração”. Quando você descobre o que há por detrás deste púlpito, onde é pregado o conteúdo do boletim supostamente redigido por Aldo Bertoni, é que começam os problemas.

Ao invés de ensinar diretamente tudo o que Jesus tem para ensinar ao povo apostólico, mais uma vez os substituem pelos supostos ensinos da tia do Aldo Bertoni, a “vó” Rosa. O mais incrível é que João Stancey escreve o seguinte neste boletim:

Ao ensinar a prática da vigilância e o cuidado no ouvir e no falar a fim de evitar as ciladas do inimigo, Ela recomendava: “sejam espertos como a serpente, mas, de um coração simples como uma pomba!”

Quando os apostólicos passarão a ser “espertos” e deixarão de ser enganados pela família Bertoni?

Atestados médicos apresentados pelos advogados do “santo profeta” dizem que ele se encontra adoentado e incapacitado mentalmente para dar um simples depoimento à juíza, mas tem capacidade para escrever um texto desses? Penso que quando aceitam mentiras como essa, os apostólicos não estão sendo “espertos como a serpente”, mas ingênuos como uma inocente ovelhinha.

Fiquemos todos com Deus.

O Verdadeiro Neto da “Vó” Rosa

5 nov

Gilberto Schalch, neto da "Vó" Rosa

E não é que conseguimos encontrar o verdadeiro, autêntico e único NETO da “vó” Rosa? O idoso da foto acima, que está cortando a fita de inauguração de um supermercado na cidade de Olímpia-SP, é Gilberto Schalch, primo do Aldo Bertoni, filho da Guiomar Vicente, que era filha da “vó” Rosa Alves.

É bom que todo jovem apostólico, que não sabe quase nada sobre a história da Igreja Apostólica que tanto defende, saiba: esse homem foi, por muitos anos, o vice-presidente da igreja. Acima dele, apenas o presidente, o Bispo Eurico Mattos Coutinho. Gilberto era o responsável, entre muitas outras funções, pela marcenaria que existia para fabricação de bancos para a igreja e pelas construções no interior. Ou seja, boa parte das congregações que todos conhecem hoje, foram organizadas por ele. Por muitos anos, foi ele também o responsável por fazer a “primeira parte” de todas as reuniões na antiga sede, na Rua Tuiuti.

Pouco depois da morte de sua avó, em 1970, Gilberto foi excluído da igreja, mesmo sendo seu vice-presidente, e tudo leva a crer que por obra de seu primo Aldo Bertoni. O atual “santo profeta” não queria saber de familiares por perto, pois sua família o conhecia bem, e sabiam que de “santo”, Aldo não tinha é nada. Deu um jeito de excluir não apenas seu primo, mas também sua tia, a Guiomar, que como já dissemos era filha da “vó” Rosa, e também seu tio Osvaldo Vicente, irmão da Guiomar, que na época era contador da igreja.

Algum tempo depois, Gilberto Schalch voltou para igreja, recuperou seu cargo de pastor (mas não o de vice-presidente) e foi designado pastor da congregação de Itararé-SP, pois naquela época muitas congregações tinham pastores fixos. Gilberto ficou em Itararé por mais algum tempo, depois disso saiu por conta própria da igreja e não tivemos mais notícias dele e nem de sua mãe.

Agora o reencontramos na cidade de Olímpia, Estado de São Paulo, que fica na região de São José do Rio Preto. Hoje, Gilberto é funcionário aposentado da prefeitura e membro antigo do sindicato dos servidores municipais, motivo pelo qual foi destacado para representar aos consumidores na inauguração deste supermercado da foto.

Tentamos conversar com Gilberto por telefone, e assim que nos identificamos e dissemos o motivo de nossa ligação, ele cortou o assunto:

– “Por favor, deixem minha finada vó descansar em paz, não quero falar desse passado, que é muito distante e penoso para mim.”

Breve e rapidamente, questionamos se ele concordava com os títulos de “consolador” e “santa” atribuídos à sua avó, ao que ele cortou nossa fala novamente:

– “Você sabe que isso foi inventado pelo meu primo para ganhar algum dinheiro em cima da fama que ela tinha, mas não tenho nada a ver com isso, nem tenho mais contato com ninguém, por favor, me deixem em paz também. Não quero nem ouvir falar de Igreja Apostólica”.

E assim demos por encerrada nossa brevíssima conversa com o ilustre e verdadeiro NETO da “vó” Rosa. Agradecemos e dissemos para ele não se preocupar que não seria mais incomodado com esse assunto. Como não esperávamos uma recepção tão fria, não nos preparamos para gravar a conversa, o que é uma pena.

Caros irmãos e amigos, hoje entendemos por que o passado da Igreja Apostólica é tão obscuro, não há relatos por escrito, não há registros históricos. É um passado que Aldo Bertoni empreendeu grande esforço para apagar a qualquer custo, pois lhe comprometia e poderia fazer com que o povo apostólico descobrisse seus podres.

Esperamos que um dia os mais jovens da Igreja Apostólica se interessem em conhecer a verdadeira história da igreja, pois dessa forma terão a oportunidade de entender como aquela que pretendia ser o “caminho da salvação”, tornou-se uma instituição sustentada por mentiras, crendices, lendas e muita enganação, com o objetivo de enriquecer e sustentar financeiramente a família Bertoni e cúmplices.

Fiquemos todos com Deus, sempre em oração por nossos pobres,  inocentes e enganados irmãos apostólicos.